terça-feira, 27 de abril de 2010

Juntos podemos muito mais!!!


Dedico esse espaço as pessoas que entraram na minha vida a algum tempo, e que eu não deixarei sair jamais!!!


Estávamos numa tarde cinza e nublada na casa de Zana sentados jogando conversa ao vento, bebendo um vinho quando a mesma resolveu contar mais um conto... Daí então surgiu à inspiração amigos juntos podem muito mais! E foi surgindo fragmentos e pensamentos prontos para ser escritos no papel em branco.



“Quando se descreve os pensamentos que passam na cabeça é como se você liberasse toxinas livres que circulam pelo ar que contagia e inebria os que ali estão.Mas quando o bloqueia é como se você morresse diante do maravilhoso e inexplicável momento de viver livre,respirando toxinas pensantes.” (Zana Martins)



“Pensar em palavras simbólicas que descrevem em uníssono o universo em si. Uno, Disléxico,Circular.” (Lis Barreto)



“As vontades se confundem com as vitorias que nem percebemos, queremos demais, olhamos demais, mas sempre achamos que temos menos” (Analu Jaccoud)



“Naquele dia estávamos todos juntos pensando no que seriamos no futuro, mas no outro instante compreendemos que o que vale mais é um dia feliz mesmo com sono” (Zana Martins p/ Lis Barreto)




Logo em seguida resolvemos cozinhar e Analu teve a ideia de escrevermos na sintonia da realidade sem o visual...Eu escrevo num papel vocês em outros e no final juntamos e veremos no que da e deu isso!!!

A Vida lá fora nem sei, mas aqui dentro... Há aqui dentro á infância em guerreiros de folhas verdes
 que me faltou inspiração para descrever a quantidade de momentos e pensamentos que dançavam na minha mente.
Decidir então permanecer no silêncio da caneta, papel e o vento forte que sopra arrasador quando brisa.
Tinha linhas a minha frente, uma caneta corre enlouquecida na cadência deste poema ilegal
e depois do fim sempre há um recomeço, eu sei eu vi flashes em sépia que desmembram cada ínfima parte do ser.

Sinto que somos um tanto bem maior.


Zana Martins
Lis Barreto
AnaluJaccoud                                                                                                                              
Edy Laureano


Conta esse Conto.





Busque todos os dias

Que planos teríamos para nos?

Aquela menina acreditava na realização de seus sonhos, ela buscava incansavelmente um futuro que nunca havia imaginado por inteiro em seus pensamentos.

Os buracos do amanha eram preenchidos por uma novidade de efeito que sempre vinha com uma nova mudança ela já haveria de estar acostumada até preferia que fosse assim.

Mais der repente as coisas começaram a tomar outro rumo,o cotidiano invadiu sua vida de uma forma gigantesca seu mundo agora era caótico ela não tinha mais novidades de efeito e nem sonhava com novas realidades.

A tristeza pairou, parecia irremediável, seus olhos tristes vagavam pela cidade em busca de algo novo que lhe pudesse reanimar, de tanto andar tomou-se de calos os pés e aquele tempo cinza lhe cobria de pânico, embriagou-se para esquecer, mas até essa fraqueza já fazia parte deste cotidiano que parecia sem fim.

Quem a conhecia não acreditava no rumo que teria tomado sua vida, mas ninguém se movia nem era por falta de compaixão e sim porque conheceram aquela menina como guerreira de um sorriso contagiante que derrubaria até o mais bruto e triste dos homens, o que pudera de ter acontecido? Todos se perguntavam.

Muitos disseram que uma moléstia avia de ter chegado a sua tenda, ou que feitiços maldosos de inveja poderiam ter sugado sua força vital, apenas uma velha senhora distinta bradou_ conheço bem esse mau, deste eu já vivi!
mas ninguém lhe deu atenção e ela continuou seu tricô.

A cidade se comoveu, reuniram-se numa praça onde todos freqüentavam e horrorizados redigiram em papel reciclado um plano de vida para aquela menina que um dia teve sonhos.

Ela já não mais se reconhecia, estava suja, bêbada, entorpecida, lhe faltava algo que a consumia por inteira, vagava por dias em busca de um novo desconhecido parecia esta em busca de uma coisa inexistente, pois toda a cidade já tinha lhe oferecido algo, mas nada a animava.

A cidade começou por em pratica o plano redigido em papel reciclado, pegaram a menina e como em colo acolhedor de avó cuidaram-na e empregou-a em uma butique de perfumes pois ali ela haveria de conhecer pessoas novas, viajantes distrairia a mente cansada do nada com mais facilidade e assim se fez.
Os dias iam passando sua força vital não tinha se quer evoluído um centímetro até aquele momento em que a porta da butique se abriu e após ela um menino adentrava.

Seus olhos da cor do mel do sol iluminaram a loja de tal forma que a menina não acreditava no que estava sentindo ele caminhava em sua direção e ela o fitava como se almejasse não o perder de vista, meio zonza botou-se de pé e foi atender aquela perfeição que se inebriava de essências. Um bom dia mais animado que já pudera ouvir! Ela estava parada como se suas baterias estivessem sendo carregadas demorou um instante ao cumprimentá-lo e quando o fez pareceu boba, sorridente se dispôs a mostrar toda a loja

Logo estavam em prosa e poesia era recíproco os sentimentos. A cidade voltou a sorrir, variações de cores eram lançadas por cada lugar que o casal passava.
Todos da cidade sabiam que a menina havia voltado até os pássaros voltaram a cantar.

Todos se perguntando o que tinha animado aquela menina? O que poderia ter a feito voltado aos seus sonhos?

A cidade novamente se reuniu naquela praça freqüentada por todos se perguntando, lembrando qual presente a teria animado? Quem poderia ter feito algo tão complicado? Debateram, pensaram, acreditavam ter sido o banho de ervas, as roupas, o salário da butique, ou quem sabe o menino de olhos irradiantes? disse uma voz baixa no cantinho da praça

Era a velha senhora distinta que parou o seu tricô, e intercalou as perguntas respondendo firmemente:_ o que curou aquele coração foi o Amor!!!

A praça se calou, pois todo tempo ninguém reparou na falta que faz o Amor e como ele é necessário na vida de uma menina que sonha.
Deste dia para cá nunca mais se ouviu falar em tristeza, em vidas rotineiras, aquela menina tinha servido de exemplo.

Levaram a lição de que a vida reserva algo de surpreendente e brilhante para quem busca sempre o Amor e se permite sonhar.


Conta esse Conto

                                                              Zana Martins


Quando dessa terra diamantina sai, parece que morri

Diante de mim havia um espelho onde eu não refletia

Procurei por todos os cantos e não havia nada de Bahia...



...Qual será o meu destino pensei por fim

Já andei por outros rumos

Percorri vários caminhos

Por Deus eu não posso estar sozinha

 nessa estrada de espinhos...


...De tudo vi um pouco

Boas historias ouvi contar de catravo, lobisomem,

Saci perere e boi bumba...


Ouro ganhado no sonho é só acreditar

e no meio da noite ir desenterrar

Mula sem cabeça, curandeiros e adivinhadores,

disco voadores, chupa cabra eticetra coisa e ta!..


...Historia dessa terra melhor não tem igual

Pena é a seca e o calor infernal

A culpa é do homem e da tal da evolução

sinônimo de destruição que assola esse mundão...


Apesar de tudo isso sinto a magia nela circular

Chapada diamantina de águas escuras, claras, lindas e mágicas

Historia a encantar...

 ...Você pode acreditar, que por mais que a destruam

da minha memória jamais se apagará...


...Mesmo distante e sem imagem no espelho

entendi que sou co-autora do meu  destino

 e por mas longe que eu vá nessa terra sempre hei de voltar

 minhas raízes por aqui findar e até um grande amor encontrar.


          Conta esse Conto

                                            Zana Martins

quinta-feira, 25 de março de 2010

Sinto que Sou o tanto bem maior


Naquele dia senti os pensamentos pulsarem dentro de mim, era tão intenso e incontrolavél que eu não conseguia permanecer parada. Por mais que eu tentasse era em vão.
Por um instante me vi enlouquecer, mas acontece que meus penasmentos tinham outros planos.
Rezo a lenda que se tratou de magica ou uma projeção mental, mas caros leitores havia em minha frente as cenas que passavam dentro do meu cerebro assim mesmo como se meus olhos fossem um projetor. Para todos os lados que eu olhava surgia imagens, acontecimentos de minha vida que eu não mas lembrava. Aos poucos fui entendendo e apreendendo a projetar somente o que eu queria rever, foi muito louco por que consigui ver os detalhes, via de varios angulos,de varios tamanhos vi até o que eu não vi quando vi.
Era preciso muita concentração isso virou um vicio comecei a rever e rever, vi de tudo os momentos de felicidade, tristeza, cansaço, as viagens, os amigos, vi ate o meu parto é de vero eu vi a cara do medico.
Algumas lembranças me fizeram chorar aquela boneca perdida um animal de estimação que se  foi, a perda de grandes amigos e ente queridos, o fim de uma grande paixão...nessa hora tive tanto medo por que era muito real até a dor que eu senti eu foi projetada.
Busquei nesse momento as boas lembranças: o colo de mãe, o abraço de pai, as historias dos avós,as brincadeiras com os amigos, o beijo do garoto amado, projetei a natureza e como ela é bela vi em cada coisa a perfeição entrei num mundo desconhecido que eu nunca imaginaria conhecer.Era lindo cheio de cores, seres  de formas e tamanhos diferentes eu flutuava  naquele mundo de novas informaçoes por um instante almejei permanecer ali para sempre.
Mas fui bruscamente retirada dessa aventura, meu despertador tocava era mas um dia! Que bom isso significava mas imagens, mais historias.
Levantei arregalei bem os olhos e no mundo me lancei, tranquila como quem espera o nada, ja havia descoberto a magica que existe entre o corpo e a alma.




Zana martins, Projetar é preciso!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Quando começou eu não sei mas terminou assim....
 
 
Era uma tarde ensolarada com nunvens brancas de um intenso ceu azul,varias coisas pertubaram o pensamento daquela menina, o suor escorria pelo seu corpo, inquieta entrou debaixo do chuveiro molhando dos pés a cabeça. Derrepente lhe veiu um estalo; exitou em acreditar que essa seria a solução mas, como é decidida e eu diria até precipitada vestio a sua roupa como quem se veste para a morte sua fisionomia ja expressava o que haveria de acontecer. Por fim achou um bom motivo para sair, reuniu alguns fatos que  converteria em credulo seus pensamentos.
 Destinada tomou um rumo sem direção; andou por longas horas tentando evitar o inevitavél. Ensaiou por todo o caminho o que ia dizer, mesmo sabendo que não seria assim no momento em que os olhos se encontrassem, deixou a carater do destino.
Após um longo suspiro tirou seu telefone do bolso digitou o numero escolhido e escutou a outra voz convidativa a desistir, mas como eu havia falado era tão decidida que foi firme: _ Estou passando ai precisamos conversar.
O ceu pintou-se de cinza o seu coração batia tão rapido que já estava gelida, respirou  atordoada e triste caminhou na direção daquela casa. Não sabia mesmo o que estava fazendo sabia que seria melhor e ponto.
A menina acreditava em sonhos,em pré destino,haveria de ser um sinal da vida. rio sozinha naquela tarde enquanto andava para o fim.
Ao chegar e vê aqueles olhos que tanto gostava arrependeu-se de todos os fatos que a magoaram, mas não entendia, a vontade de falar vinha da alma como se não pudesse controlar.
Não lembrou do por que e nem do que, mas falou sem ao menos tremer a voz:_"Canto somento o que não  pode mas se calar,Em outras palavras sou muito romantica." Antes que ele abrisse a boca ela saltou:_Mas acontece que eu não posso mas me deixar levar por um papo que ja não deu, Acho que nada restou pra guardar ou lembrar do muito ou pouco que houve entre você e eu.
levantou,virou-se em direção a saida e nunca mas voltou.
 
 
 
Entenda como quiser,crie sua propria historia...faça suas falas....destranque as portas!!!
Zana Martins...Conta esse Conto

sexta-feira, 6 de novembro de 2009


Sonho parece verdade

A nem que fosse real

Aquele céu azul com nuvens brancas

A nem que fosse real

Aquele paraíso almejado de flores, cores

A nem que fosse real aquele sonho realizado

Bem que poderia ser real a chuva caindo do céu com nuvens brancas

Enxarcando a terra seca em um verão intenso

A nem que fosse ser real o que sinto agora

Mas bem que poderia!

Zana Martins



Você

Seria bem mais simples se não fosse você...

Seria bem mais lindo, não menos intenso,

mas seria bem mais fácil se não fosse você

tão quanto envolvente, ardente

mas seria bem mais duradouro se não fosse você;

Que pena que o amor não entende preconceitos

Por que assim seria bem mais simples te esquecer.

Zana Martins.


Assim que é, assim será?

Por que será que tem que ser assim?

Quando você me toca sinto enlouquecer

Um arrepio por todo corpo, falta-me o ar.

O sangue esquenta agente até tenta, mas não da pra disfarçar.

Teu cheiro me entorpece,

Em teus braços me envolve,

Com seus beijos me toma, eu entorpecida de amor!

Mas é proibido... Há tristeza... Que triste sina!

Por que será que tem que ser assim?

Zana Martins

quinta-feira, 5 de novembro de 2009


É verdade...

Claro que todos sabiam da sua loucura insensata.

Claro que todos sabiam da sua essência de dor...

Claro que todos sabiam que de nada você valia...

Mas ainda assim tentaram...

Ainda assim pensaram que pudesse ser um novo...

Ainda assim de deram carta branca mais uma vez...

Mas você brigou...

Gritou...

Embriagou-se...

Trincou seu juízo

Já tava tudo perdido...

Que venha o batalhão

Acusar que avisei... bem que eu avisei!

Que era de tamanha tolice dar chance ao canastrão.

Festa acabada... pé sujo de lama... nervoso nas entranhas...

E você? Dançando, bebendo e beijando.

E nos? Caminho de casa tomando.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Zana Martins.


Andréia Doria e a sua história...







Em 1965 eram duas tribos que viviam em Angra dos Reis


Índios que antes das seis cantavam a canção do senhor da guerra


Onde era necessário a dança que contemplava a ordem dos templários


Era obrigado subir até a montanha mágica para beber a água da fonte que trazia a perfeição.


Ainda é cedo para descer a montanha, mas está vindo a tempestade e Eduardo e Mônica estão esperando por mim.


Eu Andréia Doria tenho dezesseis, contemplo a via Láctea ao passeio da boa vista, vejo o monte castelo pego os barcos e sinto o vento no litoral; oro para os anjos trazerem Mauricio que está longe do meu lado.


Ele foi em busca do descobrimento do Brasil, uma tal metrópole do futuro


Lá só escutam musica urbana quase não sei que pais é esse, será um planeta embaixo do aquário?


Quando me escreve diz que tem soldados, fabrica o reggae,as mumias, central do Brasil e o tal teatro dos vampiros; Diz também que lá meninos e meninas não se respeitam e acreditam que marcianos invadem a terra.


Será que ele esta perdido no espaço? Ou será tempo perdido ter ido à metrópole em tal época da geração coca-cola? Quem vai saber!


Já vejo o metal contra as nuvens, leio o livro dos dias que é tão fascinante e que se desfaz em mil pedaços.


Eu sei, há tempos não vejo a lua, mas que pena que hoje a noite não tem luar.


Mariane minha mãe sofre por Daniel está na cova dos leões, mesmo tendo um filho dado viciado por as flores do mal.


Nathalia minha irmã acha que o mundo anda tão complicado e até hoje temos o teorema escrito em giz pelo meu pai aquele velho faroeste caboclo que sempre dizia:_ Eu era um lobisomem juvenil!


Estou no final da viagem já ouço a musica ambiente que vem dos pássaros; vejo Leila e Clarisse na margem e ouço elas cantando Aloha, ecoa a verdadeira conexão amazônica, as duas do espírito mas lindo e mas do mesmo igual a mim.


Encosto o barco e deparo com a comedia românica de Eduardo e Mônica me dizendo que de julho eu terei meu Mauricio de volta pros meus braços.


Conto que depois do começo do ano vou visitá-lo, cantaremos love in the aferternoon para pais e filhos. Ficarei lá por vinte e nove dias, vamos fazer um filme da nossa linda história.


Em dias perfeitos a la´ventura continuará e andaremos com os passos dos nossos filhos. Não mas que três! Essa é a carta, a ultima, andei por sete cidades e nada do amor. Ai se fiquei esperando meu amor passar isso quase sem querer, droga de vicio sem fim, mas o que importa? numa outra estação agente se encontra e tudo será eterno.


PS:Feito com titulos de musicas do Legião Urbana...em homenagem a esse grande poeta louco!!!


Zana Martins.